Erasmo de Rotterdamm |
Tomás Morus |
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Mulher de roxo |
Caetano Veloso |
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Isto é história
Hatshepsut
Com a ajuda de Senenmut, logo Hatshepsut construiu um templo de três terraços, uma obra de propaganda que ela chamou de "um jardim para meu pai (o deus) Amon". Localizado junto aos íngremes penhascos de coral em Deir el-Bahri, mais tarde o templo se tornou famoso por suas curas médicas. Ela também erigiu dois obeliscos espetaculares de granito vermelho para glorificar Amon (e Hatti, é claro) em Tebas. Mulher de negócios astuta, Hatti mapeou um itinerário ousado para uma expedição comercial através do canal de Suez e em direção ao Sul ao longo da costa da África até as terras do Ponto. Quando sua esquadra retornou bem-sucedida, com um picante carregamento de canela, árvores de mirra, ébano, marfim, peles de pantera, ovos de avestruz e babuínos vivos, a engenhosa faraó enviou mais expedições para o deserto do Sinai atrás de turquesas e para outras regiões da África, a fim de coletar animais selvagens para seu novo zoólogico, "o jardim de Amon". Quando Tut III finalmente sucedeu - ou empurrou - Hatti para fora da arena em 1483, ele finalmente cortou da face do Egito todas as menções ao nome dela como rei mulher. Curiosamente, ele não se decidiu a eliminar de todo o nome e a imagem de Hatshepsut, assim, ainda existem uma grande quantidade de estátuas e inscrições com seu nome - todavia, como rainha e não como faraó.
(*) - Na próxima postagem sobre "Mulheres Audaciosas da Antiguidade", você vai conhecer ETY, rainha conhecida como "A princesa de Ponto", local situado na costa leste da África onde hoje está situada a Somália. Ela ficou famosa no cenário do mundo do comércio no século XVI a.C.
(**) - Do livro "Mulheres audaciosas da antiguidade", de Vicki León, Editora Rosa dos Tempos, 1997, Tradução de Miriam Groeger. Título original: "Uppity women of ancient times".
A autora
Vicki León
Fernando Pessoa |
Powell e Presburger |
01. “Ciclo da Vida": Tenho certeza que meu irmão (João Mello) ficaria feliz em ter convivido com você. Pessoas de sensibilidade, boa formação artística, literária e política, entendiam-se muito bem com o João Ventura que ele foi sempre. Li com prazer, seu artigo "Ciclo da Vida". E como você citou A Felicidade de Tom e Vinícius, uma canção para sempre, vou lhe passar os versos de Felicidade de João Mello, música que ele compôs e gravou em 1959 no LP "Apresentando João Mello em Ritmos do Brasil" (gravadora Sinter/Philips) e que foi recentemente regravada pela cantora Raquel Delmondes, canção de abertura de seu CD "Vem cantar meu samba". "Felicidade, não vá embora, Felicidade, demore mais. Você custou tanto a chegar, Felicidade, que eu já estava para me desesperar; Eu sempre disse que um minuto bastaria, Agora vejo que um minuto é muito pouco; Demore mais, Felicidade, Um pouco só, para afastar essa saudade" Estou copiando em CD algumas músicas de João, interpretadas por ele e uma série de outros grandes intérpretes. Assim que estiver pronto, lhe envio um. - RAYMUNDO MELLO – Aracaju-SE)
02. "Vidas Amargas" - muito boa a análise. Parabéns. Sergipe está de parabéns por ter um jornal preocupado em publicar temas ousados, como Vidas Amargas. (CELSO ARANTES - Campinas-SP)
03. Sobre "Vidas Amargas" - Muito bom texto! Hoje em dia, na Psiquiatria, usa-se o termo anti-social para definir o psicopata. Mudou só o nome. O anti-social, que antigamente se chamava psicopata, realmente não é um doente, mas um transtorno de personalidade. É uma pessoa perversa, uma pessoa do mal. Como não é doença, também não tem cura. Por onde essa pessoa anda, deixa um rastro de destruição. (Mônica Fonseca - Aracaju-SE)
04. Sobre "O Perfume de Mamede". Muito boa a lembrança de um dos maiores empresários aqui da Bahia. Foi o responsável pela modernidade da venda de produtos no atacado e no varejo. Era um homem analfabeto, mas com um tino comercial extraordinário. Lembro-me dele. Parabéns pelo texto. Inaldo Santafé-Salvador-BA
05. Sobre "O Perfume de Mamede". Ao ler o seu artigo mandei para todos os meus amigos. Muito bom, já conhecia e é o perfume (kouros) que mais gosto junto com o Blue Channel. Zé Rolete - Salvador-BA
06. A morte da Lei de Imprensa – Não tinha observado esses aspectos abordados no seu artigo sobre a extinção da Lei de Imprensa. Mas, a verdade é que a essa Lei privilegiava os jornalistas, pois, ao acabar com ela, eles passaram a ser processados pelo Código Penal. Adenilton Siqueira – Salvador-BA
07. Tipos Populares de Aracaju: Tô Te Ajeitando – Conheci essa figura. Andava pelas ruas de Aracaju vendendo bilhetes de loteria. Era um tipo folclórico que fazia a alegria da meninada que gostava de ouvir os seus xingamentos quando o chamava de “Macaca de Maiô”. Valdemar Gonçalves – Aracaju-SE
08. Sobre "A cultura do golpe" - Acho uma leitura proveitosa e pedagógica (embora a esquerda necessite ter sempre em mente a prática da autocrítica, da autoanálise e do raciocínio franco-sincero humanista, doa a quem doer), os espíritos andam muito resistentes, sobretudo aos vícios corporativistas da nossa tradição política, que precisa ser extirpada sem dó. Necessitamos evoluir como gente (subjetiva) e como pessoa da polis. Isso requer muito treinamento... e muitas renúncias pessoais e coletivas... um reaprendizado que vá às "raízes" a fim de ser "radical" enquanto existência ou experiência do Ser que parte da Unidade para a Totalidade - como potência Criadora do dia-a-dia libertário. um abço. José Humberto-Salvador-BA.
09. Sobre "A cultura do golpe" - Parabéns ilustre amigo pelo belo e histórico artigo (A CULTURA DO GOLPE) - Luiz Salmeron - São Paulo-SP
10. Sobre "Morte e Poesia" - Belíssimo texto. Belíssimo poema. Dizedores profundos do que fora o velho lobo Cleomar tão querido por todos. - Jozailton Lima - Aracaju-SE.